Capítulo 10 | Porque Voltou? – No Rumo da Vida

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[CENÁRIO 01 – LANCHONETE/ NOITE]
(Junior e Joana estão sentados, um de frente ao outro. Joana tenta disfarçar a emoção de está jantando com ele)
JUNIOR – É… o pessoal capricharam em tudo!
JOANA – Pensei que você não viria?
JUNIOR – Estou disposto a começar de novo.
JOANA – (sorrir) Bom ouvir isso. Então vamos aproveitar o jantar?
JUNIOR – O jantar é seu! (Joana chama o garçom, enquanto tentava conter o sorriso)

[CENÁRIO 02 – APARTAMENTO DO SÉRGIO/ SALA/ NOITE]
(Sérgio chega no apartamento todo contente)
ROBERTO – Então, conseguiu falar com o Felipe?
SÉRGIO – Não.
ROBERTO – Não? Ele não estava em casa?
SÉRGIO – Não, ele tava sim. Só que estava com companhia.
ROBERTO – Quem?
SÉRGIO – Luana!
ROBERTO – Vocês se encontraram?
SÉRGIO – Você tem duvidas?!
ROBERTO – Por isso esse sorriso todo. Mas eles voltaram?
SÉRGIO – Voltaram e já estão organizando o casamento.
ROBERTO – Vocês ficaram?
SÉRGIO – Sim.
ROBERTO – Cara, é melhor você colocar um ponto final nessa história, antes que seja tarde.
SÉRGIO – Não se preocupa Roberto, eu já tomei uma decisão.
ROBERTO – Que decisão?
SÉRGIO – É a Luana quem eu quero e eu vou lutar por ela.

[CENÁRIO 03 – CASA DA LUANA/ Q. DA LUANA/ NOITE]
(Luana saiu do banho, senta na cama e começa a pensar em Sérgio. Nem percebe que sua mãe entra no quarto)
VERÔNICA – Porque você não veio me procurar quando chegou? Filha, está me ouvindo?
LUANA – Senhora?
VERÔNICA – Em que você estava pensando?
LUANA – Em nada. O que a senhora veio fazer aqui?
VERÔNICA – Como o que eu vi fazer aqui? Vi saber como foi lá na casa do Felipe? Então, tudo certo?
LUANA – Está tudo acontecendo como á senhora planejou. O Felipe aceitou esse casamento de mentira. A senhora já pode pular para a próxima etapa.
VERÔNICA – Ótimo, filha! Agora, só preparar o mais rápido o possível esse casamento. Quanto mais cedo, melhor. Deixa tudo aqui com sua mamãe e se preocupa apenas em ficar linda e reconquistar o seu marido e quem sabe engravidar de verdade.
LUANA – Então será que eu posso me vestir agora?
VERÔNICA – Pode! (Verônica sair e Luana volta a pensar em Sérgio. Lá em baixo, Cláudio está descendo as escadas e começar a falar com Fernanda)
CLÁUDIO – Estou pronta prima. Vamos?
FERNANDA – Pra onde?
CLÁUDIO – Vou te recompensar por aquela noite que te deixei sozinha no cinema. Hoje está passando aquele mesmo filme.
FERNANDA – Que pena primo, mas hoje não estou me sentido muito bem! (Vitoria que estava na sala, olha para irmã confusa) E também não gosto de repetir os mesmos filmes que já assistir.
CLÁUDIO – Sério? Que pena.
FERNANDA – A gente pode marcar pra outro dia?
CLÁUDIO – Claro! Você que manda prima. Bom… deixa eu ir, tenho mudanças de planos. Boa noite meninas. (Cláudio sai)
VITORIA – Eu sinceramente não entendi.
FERNANDA – O que?
VITORIA – O nosso primo te convida para irem ao cinema e você nega! Não era você que queria ter uma chance com ele?
FERNANDA – Era. Mas não vale a pena. Eu desistir disso.
VITORIA – E vai desistir sem nem ter tentando?
FERNANDA – Não ia adiantar, Vitoria. Cláudio não tem olhos pra mim.

[CENÁRIO 04 – LANCHONETE/ NOITE]
(Junior e Joana estão rindo. Os dois param e fica um silêncio por um tempo)
JUNIOR – É, acho que te julguei mal.
JOANA – Viu. Como é bom conhecer as pessoas, antes de ficar julgando elas por aí.
JUNIOR – Mas você tem que me entender. Eu tinha sido enganado pela sua amiga e já me aparece você me beijando. Aí achei que você fosse que nem ela?
JOANA – Eu não sou que nem ela. E a gente tinha prometido que iríamos começar de novo, então vamos esquecer esse passado e fingir que a gente se conheceu hoje?
JUNIOR – (rir) Está certo. Então… você se considera tímida? Não foi o que me pareceu hoje.
JOANA – É serio… (eles começam a conversar e a rir. Lá fora, não muito longe onde eles estão, aparece Adriana, espionando o casal na mesa. Ela então caminha até a mesa e dar um susto no casal)
ADRIANA – Quer dizer que você está pegando o garçom da lanchonete?! E guardando esse segredo da gente.
JOANA – (surpresa) Adriana?

[CENÁRIO 05 – APARTAMENTO DA CAMILA/ SALA/ NOITE]
(Camila chega em casa e encontra o apartamento vazio. Coloca sua mochila em cima do sofá, e caminha até a cozinha)
CAMILA – Meninas, cheguei! Meninas? Vocês estão em casa? (olha na cozinha) É, ninguém. (volta pra sala, pega sua mochila e caminha até o quarto, mas antes a campainha toca) Quem será?  Deve ser alguma delas que esqueceram a chave.  (ela abre a porta) Mamãe?
BIANCA – Olá filhinha, posso entrar? (Camila tenta fechar a porta, mas Bianca a impede e vai entrando dentro do apartamento) Precisamos conversar garota e eu sei que você está sozinha e não vai poder fugir de mim agora.
CAMILA – Estou sozinha mesmo, mas não pense que eu tenho medo de você!
BIANCA – Olha, parece que a menina está querendo ser grandinha e enfrentar seus medos sozinha.
CAMILA – O que você quer? Porque você decidiu voltar logo agora?
BIANCA – Calma, temos uma longa conversa pela frente! Melhor sentarmos não acha?

[CENÁRIO 06 – LANCHONETE/ NOITE]
ADRIANA – Quer dizer que o seu namorado é o gatinho da lanchonete?
JOANA – O que está fazendo aqui?
ADRIANA – Eu estava desconfiada que você estava namorando e como não quis contar pra gente, que somos suas amigas, decidi investigar sozinha e pelo visto valeu a pena. (olha para Junior)
JOANA – Só que você não devia está aqui. Não sei se você percebeu mas este é um jantar a dois, não a três?
ADRIANA – Calma Joana, eu entendi o recado. Só queria saber mesmo quem você tava pegando. Agora ver se na próxima, pelo menos conta para as amigas, viu! Eu já vou indo. Aproveitem o jantar! (Adriana dar um sorriso falso e sair logo em seguida)
JOANA – Desculpa, eu não sabia que ela viria atrás de mim.
JUNIOR – Tudo bem.
JOANA – Bom… é… vamos esquecer isso, vamos continuar onde estávamos?
JUNIOR – Melhor essa noite terminar por aqui, não acha?
JOANA – (decepcionada) Claro, já deu o que tinha que dar.
JUNIOR – Não é nada com você. É que eu realmente estou cansado e tenho que trabalhar amanha. Provavelmente vou ter que ajudar a limpar este jantar.
JOANA – Mas a noite foi ótima, pelo menos pra mim.
JUNIOR – Foi bom te conhecer melhor. (os dois ficam se olhando um pouco)

[CENÁRIO 07 – APARTAMENTO DA CAMILA/ SALA/ NOITE]
(após conseguir um prato de comida de Camila, as duas voltam para a sala)
CAMILA – Você já comeu, já bebeu, agora você pode me dizer o que quer?
BIANCA – Está bem. Já que não consegue esperar, vou contar o que eu quero de você.
CAMILA – Sabia! Eu não vou fazer mais nada que eu não queira. Eu era uma criança naquela época, hoje eu sei me defender.
BIANCA – Calma, filha! Não quero que você faça aquilo novamente. Quero outra coisa de você.
CAMILA – Do que você está falando?
BIANCA – Você lembra que eu não contei para você quem era seu pai, porque ele tinha fugido quando soube que eu estava grávida.
CAMILA – Sim e daí?
BIANCA – A verdade, é que a historia não é bem assim!
CAMILA – E qual é a verdadeira historia?
BIANCA – Na casa da família onde eu trabalhei, eu tive um namorico com o filho dos patrões. Eles nunca desconfiaram dos nossos encontros. O fato, é que eu era só uma empregada. Ele nunca teria coragem de me assumir para seus pais, eu seria apenas uma diversão para ele. Aos poucos, ele foi parando de me procurar, descobri que ele estava noivo de uma outra garota por aí e que os dois iriam casar em poucos dias. Depois do casamento, eu continuei trabalhando na casa da família dele, até os pais dele morrer e ele acabar me despedindo, para que a esposa não descobrisse do nosso caso. Dias depois de eu ser despedida, descobrir que eu estava grávida de você filha. (segura as mãos dela)
CAMILA – Não me chama de filha. (as puxa e se afasta dela)
BIANCA – Esse cara, ele é o seu verdadeiro pai.
CAMILA – E o que você quer? Quer que eu vá atrás dele, é isso?
BIANCA – Até que séria uma boa ideia ele conhecer a filha que não viu crescer, mas isso não será possível.
CAMILA – Por quê?
BIANCA – Uns semanas atrás, eu estava lendo o jornal e descobrir que esse cara, seu pai, havia falecido.
CAMILA – Já que ele morreu, o que eu tenho haver com isso?
BIANCA – Como o que você tem haver? Você não ouviu o que eu acabei de contar pra você. Esse cara é o seu pai. Ele é bilionário e você como filha dele, tem direito sobre uma boa parte nessa fortuna.
CAMILA – Não estou acreditando nisso?
BIANCA – Por quê? Você é filha, você pode.
CAMILA – Então é pra isso que você voltou? Você quer me usar, para pegar parte do dinheiro de um cara que eu nunca conheci, que até pouco tempo atrás eu nem sabia de sua existência. Você deve está maluca mesmo?
BIANCA – Maluca está você em não querer ir atrás de seus direitos.
CAMILA – Que direitos eu posso ter, se eu nunca conheci esse cara. Aposto como ele tem uma família, tenha até filhos.
BIANCA – Tem. Dois rapazes, mas você é a mais velha, você tem mais direito sobre todos.
CAMILA – Já chega, cansei disso. Se você pensa que vou até essa família, tentar pegar um lugar que não é meu, você está bastante enganada.
BIANCA – (se levanta e fica de frente á ela) Você me deve isso menina. Por tudo que te fiz, pra você se tornar o que você é hoje.
CAMILA – Eu não devo á você o que eu sou hoje! Mas sim, as freiras do convento, que me acolheram, me ajudaram no momento que eu mais precisava.
BIANCA – Garota ingrata. Fiz tudo que podia e não podia pra te sustentar! Roubei até leite, pra não te deixar morrer de fome.
CAMILA – Teria sido melhor você ter me deixado morrer. Não era isso que você queria? Que eu nunca tivesse existido. Eu não devo nada a você. Agora se você não quiser sair pro bem. (caminha em direção á porta e abre) Vou ter que chamar o sindico pra te expulsar daqui.
BIANCA – A nossa conversa não termina aqui. Você vai me ajudar menina, pode esperar que vai.
CAMILA – Quero ver quem vai me obrigar. (Camila encara Bianca por um tempo, até que ela vai embora)
[LÁ EMBAIXO]
JOANA – Obrigada por ter me acompanhado até em casa.
JUNIOR – De nada.
JOANA – Você gostou?
JUNIOR – Se dissesse que não, estaria mentido.
JOANA – Bem que podíamos marcar pra gente sair algum dia?
JUNIOR – Vamos com calma, tá!
JOANA – Desculpa.
JUNIOR – Já está entregue, deixa eu ir agora, está tarde já.
JOANA – Então boa noite .
JUNIOR – Boa noite. (beija o rosto de Joana e vai embora logo em seguida. Joana toda contente entra no apartamento)

Amanhecendo…

[CENÁRIO 08 – CASA DA LUANA/ Q. DA LUANA – SALA/ DIA]
VERÔNICA – Filha, está acordada? (entra no quarto, mas não tem ninguém) Filha, você está ai dentro? (procura pelo banheiro) Filha? Ela não está. Onde será que ela foi? (ela sair do quarto e encontra Cláudio na escada)
CLÁUDIO – Bom dia, mãe.
VERÔNICA – Bom dia, filho. Você sabe pra onde está sua irmã? Porque estou vindo do quarto dela e ela não está!
CLÁUDIO – Sei não, mãe.
VERÔNICA – Onde será que essa maluca foi?
FERNANDA – (aparecendo ao lado da tia) Quem é maluca, tia?
VERÔNICA – Sua prima, que sair de casa cedo e não avisa pra ninguém.
VITORIA – Será que sequestrarão nossa prima?
VERÔNICA – Não diga bobagens menina. Vão tomar o café da manha de vocês, que eu vou tentar descobrir onde ela foi?

[CENÁRIO 09 – APARTAMENTO DO SÉRGIO/ SALA/ DIA]
ROBERTO – Vamos logo galera. Não estou afim de chegar tarde hoje não.
ADRIANO – Calma apressadinho. (saindo do quarto) Vamos, estou pronto já.
ROBERTO – Falta só você Sérgio?
SÉRGIO – (grita do quarto) Podem ir indo na frente, eu acompanho vocês.
ROBERTO – Então tá, estamos indo. (eles saem, logo em seguida Sérgio sair do quarto arrumando sua mochila. Ele passa pela cozinha e bebe um pouco d’água. Nesse momento a campainha toca)
SÉRGIO – Deve ser algum dos rapazes. (indo para a sala) Eu já estou indo galera. (abre a porta) Luana? O que está fazendo aqui?
LUANA – Eu vim fazer isso. (Luana beija Sérgio, os dois caminham até o sofá e ficam por lá mesmo)

Mais Tarde…

[CENÁRIO 10 – LANCHONETE/ TARDE]
(Joana senta numa mesa e logo é atendida por Junior)
JUNIOR – A moça vai querer alguma coisa?
JOANA – Oi.
JUNIOR – Oi. Pensei que não viria hoje aqui?
JOANA – É que eu perdi um tempinho tentando me livrar das minhas amigas.
JUNIOR – Entendo! Eu saio daqui pouco, se você quiser me esperar?
JOANA – Claro, espero sim.
JUNIOR – Ok, já volto.

[CENÁRIO 11 – CASA DA LUANA/ SALA/ TARDE]
(Verônica está descendo as escadas, ainda preocupada com Luana)
CLÁUDIO – A senhora conseguiu falar com ela?
VERÔNICA – Não filho. O pior é que eu já estou começando a ficar preocupada com esse sumiço!
VITORIA – Calma tia. Logo, logo a Luana vai entra pela aquela porta, cheia de sacolas. (nesse momento, Luana entra pela porta, cheia de sacolas nas mãos)
VERÔNICA – Filha, onde você estava?
VITORIA – Eu não disse.
LUANA – Fui ao shopping, preciso de roupas, quando eu estourar né mamãe!
VITORIA – Estourar?
LUANA – Família… (coloca as sacolas no sofá e vai para o centro da sala) Eu vou ser mamãe.
FERNANDA – Não acredito?
CLÁUDIO – Sério, irmã?
VITORIA – Por isso essa pressa toda em se casar né, prima. Quer casar antes que a barriga cresça e o povo pense que você ainda seja imaculada.
LUANA – Não priminha, quero casar porque eu amo o Felipe.
VITORIA – Sei, imagino.
VERÔNICA – Deixa de conversa e vamos lá pra cima, que eu quero ver essas roupas que você comprou!
LUANA – Eu não quis avisar ou não a senhora iria passar horas escolhendo uma única roupa! Tenho uma blusa linda que vai me valorizar muito quando eu estiver uma baleia. (as duas sobem para o quarto)

[CENÁRIO 12 – CASA DA ROSÁRIO (SÃO PAULO) / Q. DE HOSPEDES/ TARDE]
(Carla está deitada na cama, pensando em Felipe)
PAULA – Pensando em alguém?
CARLA – Se eu disser que sim, você não vai me perguntar quem é?
PAULA – Claro que vou, anda conta em quem você está pensando?
CARLA – No cara daquela noite.
PAULA – O Felipe?
CARLA – Como você sabe o nome dele?
PAULA – Eu não sei se você percebeu mas a gente se tornou amigos de infância naquela noite.
CARLA – Sei… A culpa disso é sua viu!
PAULA – Minha?
CARLA – É! Quem me fez obrigar a aceitar a carona dele, hã? Foi você, maninha!
PAULA – É, mas vai dizer que você não gostou da carona?
CARLA – É, naquele momento até que caiu bem.
PAULA – Não foi só a carona que caiu bem naquela noite, né verdade maninha?
CARLA – La vem, assanhada! Mas é verdade, pena que não deu da gente se conhecer mais. Veio esse monte de acontecimento tudo em cima um do outro, que nem deu tempo de ir procurá-lo.
PAULA – Mas ele não te deu nenhum telefone? Nem você pediu o dele?
CARLA – O pior que não! Mas é melhor assim, vai que não daríamos certo juntos.
PAULA – Eu não acho. Vocês formariam um belo casal. (nesse momento Diego entra no quarto, e as chamas para almoçar)
DIEGO – A mamãe está chamando vocês.
CARLA – Estamos indo, Diego. (Diego sair e fecha a porta)
PAULA – Será que ele ouviu?
CARLA – Eu acho que não! Mas se ouviu, qual é o problema, ele não é nada meu. Vamos?  (Diego ouviu sim a conversa)

[CENÁRIO 13 – CASA DO JUNIOR/ RUA – SALA – COZINHA/ TARDE]
(Junior e Joana estão conversando e caminhando até a casa dele)
JOANA – Sério? Sua mãe é uma cartomante?
JUNIOR – Sério. Eu de primeiro não acreditava muito nisso.  Mas aí, agora vejo que estava errado. (olha para ela)
JOANA – Eu acredito nessas coisas de destino.
JUNIOR – Você e minha mãe, vão se dar muito bem. (param em frente á casa dele) Bem, ontem eu conheci onde você mora. Hoje você vai conhecer onde eu moro.
JOANA – É aqui?
JUNIOR – É! Não é um apartamento que nem o seu com suas amigas, mas é onde eu e minha mãe moramos.
JOANA – Eu posso conhecê-la.
JUNIOR – O que?
JOANA – Eu queria que ela jogasse as cartas para mim. Estou curiosa o que vai acontecer no meu futuro.
JUNIOR – Se você quer, eu te apresento pra ela. (os dois entram em casa e Junior procura por sua mãe) Mãe, cheguei.
HILDA – Tô aqui na cozinha, filho.
JUNIOR – Vem, é por aqui! (pega na mão dela e a leva até a cozinha) Estou indo ah… e estou acompanhado. (entram na cozinha) Mamãe, esta é a Joana!
HILDA – Oi! Prazer em te conhecer.
JOANA – O prazer é meu de conhecer a senhora.
JUNIOR – Ela quer fazer uma consulta com a senhora, mamãe.
HILDA – Ah é? Então filho, leva ela lá para a sala, que só vou terminar aqui e eu vou.
JUNIOR – Tá. Vamos? (Junior a leva até a sala de consultas)
JOANA – Sei lá, agora fiquei nervosa.
JUNIOR – Relaxa, qualquer coisa estou aqui.

[CENÁRIO 14 – CASA DO FELIPE/ SALA – Q. DE VIVIANE/ TARDE]
(Paulo está na sala, enquanto a empregada avisa se podia por a mesa. Ele disse que sim, e logo em seguida, sobe para o quarto da sua mãe, para chama-la. Ele só não imaginava que chegando lá, não encontraria sua mãe. Ele a procura no quarto, no banheiro e não encontra. Desce para sala, pergunta se alguém viu sua mãe, mas ninguém a viu, então ele começa a ficar preocupado)

[CENÁRIO 15 – PRAÇA/ TARDE]
(Viviane caminha até um banco, onde se encontra sentado um senhor que para ela, é bastante familiar)
FREDERICO – (se levanta rapidamente para cumprimenta-la) Que bom que você veio. Temos muito que conversar.

[CENÁRIO 16 – CASA DO JUNIOR/ SALA DE CONSULTA/ TARDE]
JOANA – Devo confessar, eu não acreditei quando o Junior tinha me dito que a mãe dele era cartomante?
HILDA – Por que? Não acredita no poder da cartomancia?
JOANA – Não, não é isso. Pelo contrário, acredito muito!
HILDA – Então, vamos lá.
JOANA – O que devo fazer?
HILDA – Primeiramente, deixa-me ver aqui sua mão. (Joana entrega sua mão para Hilda)
JOANA – O que a senhora ver?

Continua no Capítulo 11…

Anderson S.

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