Júlia deixou Gabriela e Bruno dançando e quando estava passando batom em frente ao espelho, sentiu um vulto entrar no banheiro. Ela assustada guardou o batom na bolsa e se fechou numa das cabines de sanitário. Ela abaixou as calças e começou a urinar e novamente viu um vulto passar, pareciam pés que corriam por baixo da porta. Ela se vestiu e abriu a porta dizendo:
- Tem alguém ai? Está me assustando!
Nesse momento, sem que ela visse o rosto, um homem a agarrou por trás e começou a beijar no seu pescoço enquanto massageava seus seios.
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- Me solta, seu cretino! - Júlia se debatia e tentava arranhar os braços dele.
- Fica quietinha que é mais gostoso. - Júlia ouviu a voz e a reconheceu, ela se acalmou com o objetivo de sair dali de uma forma inteligente.
- Você é muito esquentadinha, Júlia! Relaxa, e sente o volume raspar nas suas costas. – disse o homem que a abusava.
Ela com calma, conseguiu olhar para o espelho do banheiro e confirmou sua suspeita, o homem era Sérgio!
- Por que está fazendo isso? Nunca tivemos nada! – Falou sem entender.
- Você insiste em dizer isso, nós já ficamos e a sua boca é muito gostosa! – Disse Sérgio tentando beijá-la.
- Eu não me lembro, estava tonta caralho! Agora vamos parar de palhaçada e me deixe ir. – Falou indignada.
- Vou deixar, mas antes vamos brincar. - Sérgio a jogou na pia do banheiro e começou acariciar suas costas - Já que você gostou tanto da minha boca me deixa virar para te beijar.
- Sabia que você não iria resistir aos meus encantos. - Assim que Júlia se virou deu um chute no saco dele
- SOCORRO, SOCORRO! – gritou Júlia, desesperada. Ela saiu correndo, mas escorregou no chão molhado e caiu batendo a cabeça no chão. Com isso, gritou mais ainda.
- Sua vaca, me acertou de jeito! - Sérgio se ajoelhou no chão e gemia de dor.
Nesse momento, Henrique e Gabriela entraram no banheiro e viram Sérgio ajoelhado com a mão no saco e Júlia sangrando na cabeça.
- Amiga, você está acordada? Está bem? – disse Gabriela acordando a amiga.
- Estou tonta e vejo tudo meio escuro. – falou Júlia abrindo os olhos.
- O que aconteceu Júlia? – Gabriela perguntou preocupada.
- O desgraçado do Sérgio me agarrou a força. – respondeu ela.
- Como ousa agarrar a minha garota? Você está doidão? Pensei que fosse meu amigo! – disse Henrique levantando Sérgio à força e segurando em seu colarinho. Sérgio o empurrou e saiu andando.
- Cala a boca Henrique e me ajuda levar a Júlia embora e vê se acorda, ela não é sua garota! – Disse Gabriela enquanto limpava o rosto de Júlia com papel higiênico.
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Júlia estava no banco de trás do carro deitada, Gabriela, no banco do carona, e Bruno, dirigindo o carro em direção à República, no bairro de Pinheiros. Henrique ficou na boate para conversar com Sérgio. Gabriela ligou o rádio e começou a cantar:
- Vai! Solta o som, que é pra me ver dançando.
Até você vai ficar babando!
Bruno disse:
- Meretriz, você não acha mais melhor a gente levar a Jú pro hospital?
- Não acho, mas melhor não viado. Ela está bem. – disse Gabriela rindo
Bruno e Gabriela cantaram juntos:
- Prepara que agora
É a hora do show das poderosas
Que descem, rebolam
Afrontam as fogosas
Só as que incomodam
Expulsam as invejosas
Que ficam de cara quando toca
Pre-para...
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Havia uma blitz na pista que os fizeram parar o carro e um policial alto, moreno, com um sorriso chamativo, olhos pretos que combinavam com seu cabelo fino e suave se aproximou do carro:
- Gabi eu adoro homem de farda, adorooo, até bato palminha! – Bruno comentou com Gabriela.
- Se controla Bruninha! – Falou Grabriela.
- Boa noite, estou sentindo um forte cheiro de álcool no carro, será que o motorista pode fazer um teste do bafômetro? – Perguntou o policial educadamente.
- Faço tudo o que quiser seu guarda! - Bruno pegou o bafômetro e ficou olhando.
- É só soprar! – Falou o policial.
- Só? Mas sem as preliminares? – Bruno disse com uma pequena risadinha.
- Por favor, faça isso logo... Tenho mais o que fazer. – disse o Policial reprovando a brincadeira.
- Grosso! Nossa adoro homem ignorante. – comentou Bruno.
Enquanto Bruno fazia o teste, Gabriela saiu do carro e se encostou ao capô mostrando suas lindas pernas que se destacavam com o vestido vermelho. O policial a olhava indiscretamente, ela se levantou e pegou o batom na bolsa. Gabriela passou perto dele e fez questão de encostar para deixar o cheiro de seu perfume. Ela foi até a viatura e se abaixou para olhar no retrovisor para passar o batom. O policial a olhava atentamente, as coxas carnudas e bem delineadas excitavam o policial.
- Seu guarda eu tenho que soprar até quando? Já estou desidratado, acho triste! – Bruno perguntou mirando seus olhos em direção ao Policial.
- Desculpe, me distrai! – respondeu todo envergonhado.
- Percebi, pena que não foi comigo, o que ela tem que eu não tenho? – Falou Bruno sensualizando.
O policial ficou sem graça, mas Bruno continuou e se aproximou:
-Então o senhor se chama Diego, ai que tudo! – Falou Bruno passando a mão nos ombros dele
- Nossa é muito duro, acho excitante! – Indo com a mão no cassetete preso na cintura do policial.
- Chega, já passou dos limites! Coloque as mãos na cabeça, já!
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