Cena 1 - Sala das torturas - Anoitecendo

Adriana - É aquele velho maluco, ai, não estava brincando mesmo.

Mas ela lembra do que Zé, tinha comentado

Adriana - Será? Acho que não, ele é um fingido.

Cena 2 - Sala do Mestre das Chamas - Noite
Zé - Pronto, senhor. Senhor, o que é aquele controle?
M. Chamas - Ele faz todas as jaulas e correntes se, destrancarem!
Zé - Então... Isso fica comigo.
M. Chamas - Me de isso, seu insolente!
Zé - Acho que não.
O capanga, então, aperta o botão e a corrente, onde Adriana estava, se depreendi.

Cena 3 - Sala das torturas - Noite

Adriana - Ele estava, falando a verdade.

Ela então tem um plano.

Cena 4 - Sala das Torturas - Noite

Adriana, finge dormir, enquanto Mestre das Chamas, entra.
M. Chamas - Bom, parece, que não funcionou, ele está presa ainda.
O vilão, dá uma risada maléfica, quando Adriana se solta, e coloca o Mestre contra a parede.
Adriana - Agora, você vai provar do seu próprio veneno.
A jovem se prepara, para jogar, ele nas chamas, mas Zé, chega gritando.

Cena 5 - Apartamento de Adriana - Noite

Dª Andradina - Ai, meu Deus. Duas noites sem ela, acho que não vou aguentar.
A mãe de Andradina, tem um infarto, e falece ali mesmo, caída no chão.

Cena 6 - Sala das Torturas - Noite
Zé - Nãoooooooooo! Não faça isso. Ele é meu pai.
Adriana - O quê?
Zé - Sim, isso mesmo
Adriana - Mais ele tem que pagar, por isso.
Zé - Por favor, não jogue ele. Vamos prender ele, em uma das jaulas.
Os dois, então, leva o Mestre das Chamas, para onde está as jaulas.

Cena 7 - Sala das jaulas - Noite
Adriana, vê os jovens e fica feliz, e solta um berro de alegria.
Adriana - Pessoal. Vim salvar vocês!
Rafael - Está vendo, Lila, a ESPERANÇA, é a última que morre.
Lila - Tá, tá. Você tem razão.
Adriana, solta todos, e prende, o grande vilão na jaula.

Cena 8 - Apartamento - Madrugada

Adriana e Zé, estavam indo, para o apartamento, quando avistam, uma multidão, na casa dela.
Adriana - O que está acontecendo? Mãe? Ai meu Deus, é minha mãe.
Porteiro - Está vendo minha filha, sua mãe teve um infarto, por sua causa!
Adriana - Não, não. Perdão senhor.
Zé - Agora é tarde, meu amor.
Adriana - Do que você me chamou?
Zé - De... meu amor!
Adriana - Eu te amo, Zé.
Os dois se beijam.

Cena 9 - Enterro - Manhã

Todos estão tristes, principalmente Adriana.
Adriana - Que Deus me perdoe, eu não fiz por mal.
Zé, então se lembra, de uma máquina, que seu pai inventou, para ressuscitar, mortos.
Adriana - Você está bem, Zé?
Zé - Amor, acabo de me lembrar, que meu pai, tem um controle, que faz ressuscitar, mortos!
Adriana - É serio?
Zé - Sim, vou buscar.
Horas se passam, e Zé aparece e aperta o botão do controle, e o caixão, começa a se abrir.
Adriana - Mãe? Ela tá viva!
Zé corre em direção a sua amada, e a abraça.
Adriana - Obrigado, Deus.
Dª Andradina - Filha, você, voltou? Você está viva?
Adriana - Calma, mãe. Estou bem, sim. E consegui salvar, aqueles jovens, e encontrei minha paixão.
Dª Andradina - Que bom, mas agora tenho que voltar para casa, e tomar um banho.
Todos que estão no enterro, ficam boquiabertos, e espantados.
Porteiro - Meu Deus, o que a tecnologia, não faz hoje!
Zé - É senhor, estamos no futuro. Tudo agora é possível.
Porteiro - Onde vamos parar?
Foca na cara do porteiro, indignado, mas feliz.

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